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Teoria Antropológica

Disciplina

Teoria Antropológica

Código

MNA 746

Professor Responsável

Giralda Seyferth

Ementa

Disciplina de formação básica que pretende oferecer uma introdução às principais vertentes do pensamento antropológico a partir de um recorte cronológico, privilegiando as perspectivas teóricas que constituem a interface com a Arqueologia.

Sumário

O curso tem por objetivo proporcionar uma introdução geral a autores e textos reconhecidos como formadores do pensamento antropológico, a partir de um recorte cronológico e temático. Serão privilegiados autores e “escolas” de maior interesse para a Arqueologia. O curso divide-se em duas partes:
a) nas sessões 1 a 8 serão abordadas as principais tradições que marcaram a história da Antropologia até a década de 1960, incluindo o evolucionismo social, a antropologia cultural americana, a antropologia social inglesa, a escola sociológica francesa e o estruturalismo de Lévi-Strauss;
b) nas sessões de 9 a 15 serão tratadas questões importantes para os arqueólogos que se destacam dentro da diversidade teórica contemporânea, particularmente os debates envolvendo as noções de cultura, sociedade, prática, ambiente, evolução, adaptação, grupo étnico, etc., e a antropologia econômica.

Bibliografia

2ª sessão
MORGAN, L.H. [1877] 1980. A sociedade primitiva. Lisboa, Presença/Martins Fontes. 1ª e 4ª Partes, vol. I, pp. 7-59, vol. II, pp.: 279-310
TYLOR, E.B. [1871] 1970. The origins of culture. Gloucester, Peter Smith. Cap. 1 e 2, pp.: 1-69.
FRAZER, J.J. [1890-1922]. The golden bough (edição resumida). New York, Mac Millan, Cap. 3.
FRAZER, J.J. [1908]. 2005. O escopo da Antropologia Social. In: Castro, Celso (org.) Evolucionismo cultural. Rio de Janeiro, Zahar.
3ª sessão
DURKHEIM, É. [1895] 1978. As regras do método sociológico. In: Durkheim. São Paulo, Abril Cultural (Coleção Os Pensadores), pp.: 71-161.
DURKHEIM, É. & MAUSS, M. [1903] 1981. Algumas formas primitivas de classificação. Contribuição para o estudo das representações coletivas. In: Mauss, M. Ensaios Sociologia, São Paulo, Perspectiva, pp.: 399-455.
MAUSS, M. [1923]. Ensaio sobre a dádiva. In: Sociologia e Antropologia, São Paulo, EDUSP, pp. 39-184.
4ª sessão
BOAS, F. [1896, 1920, 1930, 1931, 1932] 2004. Antropologia Cultural. Organização Celso Castro. Rio de Janeiro, Zahar.
BOAS, F. [1911] 1965. The mind of primitive man. New York, The Free Press. Introdução e cap. 11, pp. 19-31, 180-203.
KROEBER, A.L. [1923] 1952. The nature of culture. In: Anthropology. New York, Hacourt Brace, pp.: 60-118.
5ª sessão
SAPIR, E. [1934] 1949. Culture, genuine and spurious e Time perspective in aboriginal american culture. In: Mandelbaum, D. G. (ed.) Selected writings of Edward Sapir. Berkeley, Univ. California Press.
BENEDICT, R. [1934] 1959. Patterns of culture. Boston, Houghton Miffin.
REDFIELD, R. 1953. The primitive world and its transformation. Ithaca, New York, Cornell Univ. Press.
6ª sessão
STEWARD, J.H. [1951, 1955] 1968. Levels of sociocultural integration: na operacional concept; Multilinear evolution: evolution and process. In: Manners, R. e Kaplan, D. (eds.) Theory in Anthropology: a soucerbook. Chicago, Aldine-Atherton, pp. 127-136, 241-250.
STEWARD, J.H. [1955] 1964. The concept and method of cultural ecology, In: Hammond, P. E. (ed.) Cultural and Social Anthropology. Selected Readings. New York, Macmillan, pp. 427-436.
WHITE, Leslie [1959] 1964. Tools, techniques and energy. The evolution of culture. In: Hammond, P. B. (ed.) Cultural and Social Anthropology. New York, Mc Graw-Hill, pp.: 26-43; 406-426.
SAHLINS, Marshall D. [1960] 1968. The origin of society. In: Cohen, Y. A. (ed.) Man in Adaptation. The Biosocial Background. Chicago, Aldine, pp. 108-114.
COHEN, Y. A. 1968. Culture as adaptation. In: Cohen, Y. A. (ed.) Man in Adaptation. Chicago, Aldine, pp.: 40-60.
7ª sessão
RIVERS, W. H. R. [1910, 1920] 1991. O método genealógico na pesquisa antropológica, História e Etnologia, A unidade da Antropologia. In: Oliveira, R. C. de (org.) A Antropologia de Rivers. Campinas, Ed. UNICAMP, pp. 51-69, 239-277.
MALINOWSKI, B. [1922] 1978. Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo, Abril. Prólogo e Introdução e Cap. XXII, pp. 15-17, 21-38, 369-375.
RADCLIFFE-BROWN, A.R. [1923] 1958. The methods of ethnology and Social Anthropology, (1951). In: Method in Social Anthropology. Chicago, Univ. Chicago Press, p. 3-8.
RADCLIFFE-BROWN, A.R. [1935, 1940] 1968. On the concept of function in social sciences, On social structure. In: Structure and function in primitive Society. New York, the Free Press.
EVANS-PRITCHARD, E. E. [1940] 1978. Os Nuer. São Paulo, Perspectiva. Introdução, capítulos 2 e 3, pp. 5-21; 61-150.
8ª sessão
LEACH, E. [1954] 1996. Sistemas políticos da Alta Birmânia. São Paulo, EDUSP. Parte I e Parte III, Cap. 10, pp. 65-121, 321-333.
LEVI-STRAUSS, C. [1945, 1952] 1967. A análise estrutural em Lingüística e Antropologia, A noção de estrutura em Etnologia. In: Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, pp.: 45-70, 313-360.
LEVI-STRAUSS, C. [1960] 1976. O campo da Antropologia. In: Antropologia Estrutural Dois. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, pp.: 11-40.
LEVI-STRAUSS, C. 1962. La Pensée sauvage. Paris, Plon, Cap. I, p. 3-47.
9ª sessão
SAHLINS, M.D. [1968] 1970. Sociedades Tribais. Rio de Janeiro, Zahar.
SAHLINS, M.D. 1965. On the sociology of primitive exange. In: Banton, M. (ed) The relevance of models for social Anthropology, London, Tavistock, pp. 139-236.
CLASTRES, P. [1974] 1990. A sociedade contra o Estado. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 5ª ed.
CLASTRES, P. [1976] 1982. Arqueologia da violência. São Paulo, Brasiliense, pp.: 105-111; 169-204.
GODELIER, M. 1973. Horizon, trajects marxistes em Anthropologie. Paris, Maspero. Parte 1, Cap. 3, pp. 93-131.
10ª sessão
GODELIER, M. [1966] s/d. Racionalidade e irracionalidade na economia. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro. Parte III (1), pp. 305-346.
GODELIER, M. 1973. Horizon, Trajets marxistes em Anthropologie. Paris, Maspero. Parte I, Cap. 1, Parte III, Ca. 1, pp. 13-82, 187-221.
FIRTH, R. 1967. Themes in Economic Anthropology: a general comment. In: Firth, R. (ed.) Themes in Economic Anthropology. London, Tavistock, pp.: 1-28.
FIRTH, R. [1975] 1984. The Sceptical Anthropologist? Social Anthropology and marixst views on society. In: Bloch, M. (ed.) Marxist analyses and social Anthropolgy. London, Tavistock, pp.: 29-60.
BLOCH, M. [1975] 1984. Property and the end of affinity. In: Bloch, M. (ed.) Marxist analyses and social Anthropolgy. London, Tavistock, pp.: 203-228.
MEILLASSOUX, C. [1972] 1980. From reproduction to production. In: Wolpe, H. (ed.) The articulation of modes of production. London, Routledge, pp.: 189-201.
11ª sessão
SAHLINS, M. 1979. Cultura e Razão prática. Rio de Janeiro, Zahar, Cap. 1, 2 e 5, pp.: 13-142, 226-242.
BOURDIEU, P. 1972. Esquisse d’une théorie de la pratique (precede de trois études d’ehnologie Kabyle). Genève/Paris, Droz, pp. 157-267.
BOURDIEU, P. 1996. A economia das trocas lingüísticas. São Paulo, EDUSP. Parte II: Linguagem e Poder Simbólico, pp.: 81-126.
12ª sessão
GEERTZ, C. [1973] 1978. Uma descrição densa por uma teoria interpretativa da cultura. In: A interpretação das culturas. Rio de Janeiro, Zahar, pp.: 13-66.
GEERTZ, C. [1974] 1983. From the native’s point of view: on the nature of anthropological understanding. In: Local Knowledge. New York, Basic Books, pp.: 55-70.
CLIFFORD, J. 1986. Introduction: partial truths. In: Clifford, J. e Marcus, G. E. (eds.) Writing Culture. Berkeley, University of California Press, pp. 1-26.
CLIFFORD, J. [1994] 2002 Sobre a autoridade etnográfica. In: A experiência etnográfica. Rio de Janeiro, Ed. UFRJ, pp. 17-62.
13ª sessão
WEBER, M. Economia e Sociedade. Brasília, Ed. UnB. v. 1, II Parte, Cap. 4, pp.: 267-277.
BARTH, F. [1969] 2000. Os grupos étnicos e suas fronteiras. In: O guru, o iniciador e outras variações antropológicas. Rio de Janeiro, Contracapa, pp.: 25-67.
COHEN, A. 1974. Introduction: the lesson of ethnicity. In: Urban Ethnicity. Londres, Tavistock, pp. IX-XXIV.
BRUBAKER, R. 2001. Au-delá de l’identité. In: Actes de la Recherche in Sciences Sociales, 139: 66-85.
14ª sessão
BARTH, F. 2000. Por um maior naturalismo na conceptualização das sociedades. In: O guru iniciador e outras variações antropológicas. Rio de Janeiro, Contracapa, pp.: 167-186.
WOLF, E.R. [1988] 2003. Inventando a sociedade. In: Feldman-Bianco, B. e Ribeiro, G. L. (orgs.) Antropologia e Poder. Contribuições de Eric R. Wolf. Brasília, Ed. UnB; São Paulo, Ed. UNICAMP, pp. 307-324.
KUPER, A. 1992. Introduction. In: Kuper, A. (ed.) Conceptualizing Society. London, Routledge, pp. 1-14.
INGOLD, T. 1998. The evolution of society. In: Fabian, A. C. (ed.) Evolution and Society. Science and the Universe. Cambridge, Cambridge University Press, 79-99.
VIVEIROS DE CASTRO, E. 1996. Society. In: Enciclopedia of social and Cultural Anthropology. London, Routledge, pp.: 514-522.
15ª sessão
WAGNER, R. [1975] 1981. The invention of culture. Chicago, The University of Chicago Press. Introdução e Cap. 1, pp. XI-16.
CROLL, E. & PARKIN, D. (eds.). Bush base: forest farm. Culture, Environment and Development. London, Routledge, Parte I, pp. 3-36.
INGOLD, T. 1992. Culture and the perception of the Environment. In: Croll, E. & Parkin, D. (eds) Bush base: forest farm. Culture, Environment and Development. London, Routledge, Parte I, pp. 39-56.
ELLEN, R. 1996. Introduction. In: ELLEN, R. e FUKUI, K. (eds.) Redefining Nature. Ecology, Culture and Domestication. Oxford, Berg, pp. 1-36.


Bibliografia adicional:
1ª a 6ª sessões
EVANS-PRITCHARD, E.E. 1989. História do Pensamento Antropológico. Lisboa, Ed. 70.
HARRIS, M. 1968. The rise of Anthropological theory. New York, Thomas Y. Crowell Co.
KUPER, A. 1988. The invention of primitive society. London, Routledge.
LOWIE, R. 1937. The history of ethnological theory. New York, Holt, Rinehart and Winston.
MERCIER, P. 1974. História da Antropologia. Rio de Janeiro, Eldorado.
STOCKING J.R., G.W. 1968. Race, culture and evolution. Chicago, The University of Chicago Press.
TAX, S. (ed.). 1962. Anthropology today. Selections. Chicago, The University of Chicago Press.
7ª a 8ª sessões
DOSSE, F. 1993. História do Estruturalismo, v. I e II. São Paulo, Ensaio: Campinas, Ed. UNICAMP.
GOODY, J. 1987. A lógica da escrita e a organização da sociedade. Lisboa, Ed. 70.
GOODY, J. 1988. Domesticação do pensamento selvagem. Lisboa, Presença.
KUPER, A. 1978. Antropólogos e Antropologia. Rio de Janeiro, Francisco Alves.
9ª a 10ª sessões
FIRTH, R. (ed.). 1967. Themes in Economic Antrhopology. Londres, Tavistock.
GODELIER, M (ed.). 1974. Un domaine contesté: l’anthropologie économique. Paris, Mouton.
SAHLINS, M.D. 1972. Stone age economics. Chicago, Aldine.
11ª sessão:
BOURDIEU, P. 1980. Le sens pratique. Paris, Minuit.
MARX, K. 1978. Para a crítica da economia política. In: Marx (Os pensadores). São Paulo, Abril Cultural, pp.:101-257.
12ª sessão
MARCUS, G. & FISCHER, M. 1986. Anthropology as cultural critique. Chicago, Univ. Chicago Press.
REYNOSO, C. (ed.) 2003. El surgimiento de la antropologia posmoderna. Barcelona, Gedisa.
CLIFFORD, J. 1988. The predicament of culture. Cambridge, Mass. Harvard University Press.
FORDE, C.D. 1966. Habitat, economia y sociedad. Barcelona, Ed. Oikos-Tau.
13ª sessão:
BANKS, M. 1996. Ethnicity: anthropological constructions. London, Routlege.
HUTCHINSON, J. & SMITH, A. D. (eds.). 1996. Ethnicity. Oxford, Oxford University Press.
POUTIGNAT, P. & FENART, J. S. 1998. Teorias da Etnicidade. São Paulo, Ed. UNESP.
14ª e 15ª sessões
BARTH, F. 1969. Models of social organization. London, Royal Anthropological Institute, Ocasional Papers, 23.
FORDE, C.D. 1934. Habitat, economy and society. London, Methuen.
GEERTZ, C. 1963. Agricultural involution. Berkeley, University of California Press.
MORAN, E.F. 1994. Adaptabilidade humana. São Paulo, EDUSP.

 

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