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Tópicos especiais em Antropologia Biológica

Disciplina

Tópicos Especiais em Antropologia Biológica

Código

MNA 773

Professores Responsáveis

Claudia Rodrigues-Carvalho

Ementa

A disciplina se propõe a apresentar diferentes tópicos em Antropologia Biológica, como Evolução Humana, que enfatizará a diversidade dos taxa já extintos de relevância para o estudo do processo evolutivo humano. Ecologia e Adaptabilidade Humana, que fará uma ponte entre a ecologia, a antropologia biológica e as ciências humanas, usando uma metodologia orientada para a prática e para a resolução de problemas através do enfoque trandisciplinar, que está na base dos estudos de ecologia humana moderna. Paleopatologia, que apresentará os fundamentos do diagnóstico paleopatológico e a aplicação de tal conhecimento à interpretação de achados arqueológicos, considerando-se as relações entre saúde, ambiente e comportamento humano. Arqueologia Funerária, que se propõe a rever os achados arqueológicos em sítios funerários no Brasil a partir do ponto de vista bioarqueológico, ampliando e detalhando a leitura dos testemunhos e sua interpretação com a concorrência dos dados bioesqueletais, bem como exercitando interpretações mais detalhadas de sítios escavados e enriquecendo os modelos interpretativos para os achados no Brasil.

 

Disciplina 1 (2008/2)

Fundamentos da Paleleopatologia

Professor Responsável

Sheila Mendonça de Souza (com colaboração de Andrea Lessa, Andersen Liryo, Adauto Araújo e Claudia Rodrigues-Carvalho)

Ementa

Este curso, formulado a partir de um programa teórico e prático, acompanhado de leituras de textos/livros sobre o tema, deverá proporcionar as informações básicas para a produção de conhecimentos sobre as condições de saúde do passado, a partir do estudo dos remanescentes diretos (esqueletos humanos, dentes, corpos momificados) encontrados em sítios arqueológicos. Deverá ser dada ênfase nos aspectos bioculturais, relacionando os dados biomédicos aos estilos e condições de vida, bem como às eventuais práticas culturais que afetem a normalidade física e a saúde. Aspectos funerários e tafonômicos serão enfatizados na medida em que modificam as evidências paleopatológicas e modulam as condições em que a informação para paleopatologia pode ser recuperada em contextos arqueológicos.

Sumário

Bloco 1
Introdução à História da Paleopatologia. História da Paleopatologia no Brasil. Encontros e desencontros entre a paleopatologia e outras áreas antropológicas e médicas. A arqueologia e a paleopatologia. Quem são os profissionais e quais as perspectivas de futuro? Projetos e grandes temas de interesse na América e no Brasil.
Bloco 2
Arqueologia Funerária e paleopatologia. Tafonomia funerária. Tafonomia de ossos, dentes e outros materiais orgânicos. Práticas culturais peri e pós-mortem e suas implicações nos diagnósticos paleopatológicos. Condições de preservação macro e microscópica: aspectos morfológicos, aspectos bioquímicos. Coletas de amostras, documentação em campo, registro de dados indiciários e destruição da evidência.
Bloco 3
Fundamentos teórico-metodológicos para o estudo da saúde no passado e suas relações bioculturais. O conceito de saúde e enfermidade e o estudo de saúde em populações antigas. Séries funerárias, séries de outras naturezas. Significância e representatividade das séries: a seletividade da morte e o significado das taxas de mortalidade. Doenças que não causam morte: problemas crônicos, malformações, paleopatologia dentária, questões paleonutricionais. Paleoparasitologia, paleoparasitologia molecular. Problemas decorrentes do Paradoxo Osteológico. Conceitos de paleoepidemiologia e de paleodemografia. Abordagens sistêmicas e patocenóticas.
Bloco 4
Metodologias de laboratório para estudo de diferentes tipos de remanescentes, em diferentes condições. Os paleopatológicos e as ferramentas diagnósticas mais empregadas. Metodologia de laboratório: conceitos e pressupostos em relação ao diagnóstico em paleopatologia. Importância e limites dos diagnósticos diferenciais. Principais linhas de pesquisas em andamento no Brasil, principais pesquisadores e seus objetos. Paleoparasitologia das principais endemias americanas e seu impacto sobre os estudos de pré-história. Modelos bioculturais e seu diálogo com a arqueologia.

Bibliografia

AUFDERHEIDE, A. y C. ROODRÍGUEZ-MARTÍN 1998. The Cambridge Encyclopedia of Human Paleopathology. Cambridge University Press. Cambridge
CAMPILLO D. 2001. Introducción a la Paleopatología. Bellaterra Arqueología. España.
LESSA, A. & MENDONÇA DE SOUZA, S. 2006. Broken noses for the gods: ritual battles in the Atacama Desert during the Tiwanaku period. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, v.101, p. 133 - 138.
LESSA, A. 2005 Reflexões preliminares sobre paleoepidemiologia da violência em grupos ceramistas litorâneos: (I) Sítio Praia da Tapera - SC. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia - USP, v.15-16, p. 199 - 207.
LESSA, A. & MENDONÇA DE SOUZA, S. 2004 Violence in the Atacama Desert during the Tiwanaku period: social tension?. International Journal of Osteoarchaeology, v.14, p. 1 - 15.
LESSA, A. & MENDONÇA DE SOUZA, S. 2003 Paleoepidemiologia dos traumatismos cotidianos em Solcor-3, San Pedro de Atacama, Chile: riscos diferenciados no período Tiwanaku? Antropologia Portuguesa, v.20/21, p. 183 - 206.
ORTNER, D. 2003. Identification of Pathological Conditions in Human Skeletal Remains. Capitulo 1 y 7: Theorical Issues in Paleopathology. Academic Press, Nueva York
WALDRON, T. 1994. Counting the Dead. The epidemiology of skeletal populations. John Wiley & Sons. UK
GOODMAN, A. Y G. ARMELAGOS.1985. Disease and Death at Dr. Dickson’s mounds. Natural History 94(9).
GÓMEZ I PRAT, JORDI y SHEILA M.F.MENDONCA DE SOUZA.2003. Prehistoric Tuberculosis in America: Adding  Comments to a Literature Review Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 98 (1):151-159
BUIKSTRA, J. Y D. COOK. 1980. Paleopathology: An American Account. Ann. Rev. Anthropology 9:433-470.
GOODMAN, A. 1993. On Interpretation of Health from Skeletal Remains. Current Anthropology 34(3):281-288.
MENDONCA DA SOUZA, S.M.F,  D MAUL DE CARVALHO Y A. LESSA.2003. Paleoepidemiology: Is There a Case to Answer? Memorias del Instituto Oswaldo Cruz 98 (Suppl 1):21-27
MENDOCA DE SOUZA, S.1999. Pré-História da Terra Brasilis. Capítulo: Anemia e Adaptabilidade em um Grupo Costeiro Pré-Histórico: uma Hipótese Patocénotica. Editora UFRJ, Rio de Janeiro
WRIGHT, L. E. y C. J. YODER. 2003. Recent Progress in Biarchaeology: Approaches to the Osteological Paradox. Journal of Archaeological Research 11: 43-70
WOOD, J. W., G. R .MILNER, H. C. HARPENDING y K. M. WEISS. 1992. The Osteological Paradox. Current Anthropology 33:343-370
GOODMAN, A. H. y J.C.ROSE. 1990. Assessment of Systematic Physiological Perturbations from Dental Enamel Hypoplasias and Associated Histological Structures. Yearbook of Physical Anthropology 33:59-110.

 

Disciplina 2 (2007/1)

Principles of Bone Chemistry Analysis in Archaeology

Professor Responsável

Joseph A. Ezzo

Sumário

A disciplina se propõe a apresentar diferentes tópicos em Antropologia Biológica, como Evolução Humana, que enfatizará a diversidade dos taxa já extintos de relevância para o estudo do processo evolutivo humano. Ecologia e Adaptabilidade Humana, que fará uma ponte entre a ecologia, a antropologia biológica e as ciências humanas, usando uma metodologia orientada para a prática e para a resolução de problemas através do enfoque trandisciplinar, que está na base dos estudos de ecologia humana moderna. Paleopatologia, que apresentará os fundamentos do diagnóstico paleopatológico e a aplicação de tal conhecimento à interpretação de achados arqueológicos, considerando-se as relações entre saúde, ambiente e comportamento humano. Arqueologia Funerária, que se propõe a rever os achados arqueológicos em sítios funerários no Brasil a partir do ponto de vista bioarqueológico, ampliando e detalhando a leitura dos testemunhos e sua interpretação com a concorrência dos dados bioesqueletais, bem como exercitando interpretações mais detalhadas de sítios escavados e enriquecendo os modelos interpretativos para os achados no Brasil.

Bibliografia

LOWENSTAM, H.A & WEINER, S. 1992. Bone; Enamel and enameloid. In On Biomineralization, by Heinz A. Lowenstam and Stephen Weiner, pp. 144-166; 175-188. Oxford University Press, Oxford
GEIGL, E.M. 2002. On the circunstances surrounding the preservation and analysis of very old DNA. Archaeometry 44:337-342
HEDGES, R.E. M. 2002. Bone diagenesis: an overview of process. Archaeometry 44:319-328
PRICE, T.D., BURTON, J.H & BENTLEY, R.A. 2002. The characterization of biologically available strontium isotope ratios for the study of prehistoric migration. Archaeometry 44:117-135
VAN DER MERWE, N.J., LEE-THORP, J.F.T., HALL-MARTIN, A., KRUGER, F.J., COETZEE, R., BELL, H.V., LINDEQUE, M. 1990. Source-area determination of elephant ivory by isotopic analysis. Nature 346:744-746
VOGEL, J.C., EGLINGTON, B, AURET, J.M. 1990. Isotope fingerprints in elephant bone and ivory. Nature 346:747-749
WRIGHT, L.E. 2205. Identifying to Tikal, Guatemala: defining local variability in stronium isotope ratios of human tooth enamel. Journal of Archaeological Science 32:555-566
HOFREITER, M and VIGILANT, L. 2003. Ancient human: phylogenetic applications. Encyclopedia of the Human Genome, 1-4
PÄÄBO, S., POINAR, H., SERRE, D., JAENICK-DESPRES, V., HEBLER, J., RHOLAND, N., KUCH, M., KRUSE, J., VIGILANT, L & HOFREITER, M. 2004. Genetic analyses from ancient DNA. Annual Review of Genetics 38:645-679
ROGAN, P. K & SALVO, J. J. 1990. Study of nucleic acids isolated from ancient remains. Yearbook of Physical Anthropology 33:195-214
FAERMAN, M., KAHILA, M., BAR-GAL, G., FILON, D., GREENBLATT, C.L., STAGER, L., OPPENHEIM, A & SMITH, P. 1998. Determination of the sex of infanticide victims from the Late Roman Era using DNA analysis. Journal of Archaeological Science 21:861-865
KOLMAN, C.J & TUROSS, N. 2003. Ancient DAN Analysis of Human Populations. American Journal of Physical Anthropology 111:5-23
KRINGS, M., STONE, A., SCHMITZ, R.W., KRAINITZKI, H., STONEKING, M and PÄÄBO, S. 1997. Neandertal DNA and the origins of modern humans. Cell 90:19-30
SIMON, M & FAERMAN, M. 2001. Sex identification in some putative infanticide victims from Roman Britain using ancient DNA. Journal of Archaeological Science 28:555-559
PARR, R.L., CARLYLE, S.W & O’ROURKE, D.H. 1996. Ancient DNA analysis of Fremont Amerindians of the Great Salt Lake wetlands. American Journal of Physical Anthropology 99:507-518
BURTON, J.H., PRIC, T.D & MIDDLETON, W.L. 1999. Correlation of bone Ba/Ca and Sr/Ca due to biological purification of calcium. Journal of Archaeological Science 26:609-616
EZZO, J.A. 1994. Putting the “chemistry” back into bone chemistry analysis: modeling potential paleodietary indicators. Journal of Anthropological Archaeology 13:1-34
BURTON, J.A & PRICE, T.D. 1990. The ratio of barium to stronium as a paleodietary indicator of consumption of marine resource. Journal of Archaeological Science 17:547-557
BURTON, J.A & PRICE, T.D 2000. The use and abuse of trace-elements for paleodietary inferences. In Biogeochemical Approaches to Paleodietary Analysis, edited by S. H. Ambrose and M. A. Katzbenrg, pp. 159-171. Kluwer Academic, New York
EZZO, J.A. 1994. Paleonutrition of Grasshopper Pueblo, Arizona. In: Paleonutrition: the Diet and Health of Prehistoric Americans, edited by K. Sobolik, pp. 263-277. Center for Archaeological Investigation, Southern Illinois University, Carbondale
EZZO, J.A., WEBER, A.W., GORIUNOVA, O.I & BAZALIISKII, V.I. 2003. Fish, flesh or fowl: in pursuit of a diet-mobility-climate continuum model in the Cis-Baikal. In: Northern Hunter Gatheres: Research Studies Volume 1. Prehistoric Foragers of the Cis-Baikal: Proceedings from the First Conference of the Baikal Archaeology Project, edited by A. W. Weber and H. G. MacKenzie, pp. 123-131. Candian Circumploar Institute Press, Edmonton.
KLEPINGER, L.L. 1990. Magnesium ingestion and bone magnesium concentration in paleodietary reconstruction: cautionary evidence from an animal model. Journal of Archaeological Science 17:513-517
LAMERT, J.B., XUE, L & BUIKSTRA, J.E. 1991. Inorganic analysis of excavated bone after surface removal. Journal of Archaeological Science 18:363-383
KATZENBERG.M.A & HARROSIN, R. 1996. What’s in a bone? Recent advances in archaeological bone chemistry. Journal of Archaeological Research 5:265-293
SMITH, C.I., CRAIG, O.E., PRIGODISH, R.V., NIELSES-MARSH, C.M., JANS, M.M.E., VERMEER, C & COLLINS, M.J. 2005. Diagenesis and survival of osteocalcin in archaeological bone. Journal of Archaeological Science 32:105-113
CLAYTON, F., SEALY, J & PEFEIFFER, S. 2006. Weaning age among foragers at Matjes River rock shelter, South Africa, from stable carbon and nitrogen isotope analyses. American Journal of Phisical Anthropology 129:311-317
COLTRAIN, J.B., HAYES, M.G & O’ROURKE, D.H. 2003. Sealing, whaling and caribou: the skeletal isotope chemistry of Eastern Arctic foragers. Journal of Archaeological Science 28:39-57
HU, Y., AMBROSE, S.H & WANG, C 2006. Stable isotopic analysis of human bones from Jiahu site, Henan, China: implications for the transition to agriculture. Journal of Archaeological Science 33:1319-1330
RICHARDS, M.P., JACOBI, R., COOK, J., PETTIT, P.B & STRINGER, C.B. 2005. Isotope evidence for the intensive use of marine foods by Late Upper Palaeolithic humans. Journal of Human Evolution 49:390-394
MATT, S & LEE-THORP, J.A. 1999. Ixygen isotopes in enamel carbonate and their ecological significance. Journal of Archaeological Science 26:723-728
WHITE, C.D., LONGSTAFFE, F.J., SPENCE, M.W & LAW, K.R. 2000. Teotihuacán state representation at Kaminaljuyu: evidence of oxygen isotopes. Journal Archaeological Research 56:535-558
NENTLEY, R.A. 2006. Stronium isotopes from the earth to the archaeological skeleton: a review. Journal of Archaeological Method and Theory 13:135-187
EZZO, J.A & PRICE, T.D. 2002. Migration, regional reorganization, and spatial group composition at Grasshopper Pueblo, Arizona. Journal of Archaeological Science 29:499-520
ABERG, G., FOSSE, G. & STRAY, H. 1998. Man, nutrition and mobility; a comparison of teeth and bone from the Medieval era and the presente from Pb and Sr isotopes. The Science of the Total Environmental 224:109-119
KNUDSON, K.J & PRICE, T.D. 2007. Utility of Multiple Chemical Thecniques in Archaeological Residential Mobility Studies: case studies from Tiwanaku and Chiribaya-Affiliated sites in the Andes. American Journal of Phisical Anthropology 132:25-39
PRICE, T.D., MANZANILLA, L & MIDDLETON, W.D. 2000. Immigration and the Ancient City of Teotihuacán in Mexico: a study using strontium isotopes ratios in human bone and the teeth. Journal of Archaeological Science 27:903-913
PRICE, T.D., TIESLER, V and BURTON, J.H. 2006. Early African diaspora in colonial Campeche, Mexico: strontium isotope evvidence. American Journal of Physical Anthropology 130: 485-490.

 
 

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